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Actividades Académicas de Investigadores de la ReLePe

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Entrevista al Co-Director de la ReLePe

Entrevista al co-director de la ReLePe: Jefferson Mainardes Entrevista realizada en el marco de las "II Jornadas Latinoamericanas de ... Leer más...

Exposición Gisele Masson y Maria Jose Subtil

O objetivo dessa exposição é apresentar os principais fundamentos da perspectiva marxista e suas contribuições para a pesquisa sobre políticas educacionais, no sentido de contribuir para o debate sobre os referenciais teóricos que vêm sendo empregados neste campo de investigação. Apresentaremos, inicialmente, as categorias teóricas e epistemológicas desta perspectiva que tende a analisar o real a partir do seu desenvolvimento histórico, da sua gênese e desenvolvimento, captando as categorias mediadoras que possibilitam a sua apreensão numa totalidade. Destacaremos, em seguida, as possíveis contribuições do materialismo histórico e dialético nas pesquisas sobre políticas educacionais e as razões pelas quais consideramos que ele se constitui num referencial consistente para a análise deste campo investigativo. Apontaremos que, na concepção marxiana, as categorias são formas do ser, ou seja, são determinações da existência, por isso, a prioridade ontológica se coloca como centro fundante e não a epistemologia e a lógica. A prioridade ontológica do fator objetivo diferencia o enfoque marxista das teorias do conhecimento que atribuem unilateralmente a prioridade ao sujeito e às suas ideias. Assim, na concepção marxista, não é possível separar ontologia, epistemologia e lógica. Comentaremos que muitas das lacunas nas pesquisas que utilizam a perspectiva marxista são ocasionadas pela forma como o pesquisador opera com tal enfoque. Há pesquisas que adotam a perspectiva marxista, mas a utilizam, inadequadamente, como um conjunto de regras que acabam por distorcer ou ignorar os seus fundamentos teóricos. Enfatizaremos que a perspectiva marxista é uma concepção não hegemônica nas pesquisas sobre políticas educacionais e que, no Brasil, em torno de 7,3% dos trabalhos desenvolvidos na pós-graduação, nos últimos vinte anos, declaram utilizar tal perspectiva. Tentaremos, finalmente, dar alguns exemplos de autores latino-americanos que utilizam as categorias do referencial marxista nas pesquisas sobre políticas educacionais, embora, nem sempre assumam tal concepção de forma clara.

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